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quarta-feira, 23 de abril de 2008

Empresa lança papel higiênico literário na Espanha


O velho hábito de ler no banheiro ganhou um componente moderno: o papel higiênico literário. A empresa espanhola Empreendedores está lançando rolos de papel especial onde aparecem impressos clássicos da literatura mundial para que o usuário vá lendo enquanto permanecer no banheiro.

O produto, vendido só através da Internet, inclui trechos de literatura clássica, teatro, poesia e até textos sagrados da Bíblia e do Budismo.
"Hemingway dizia que clássico é aquele livro que todo mundo respeita, mas ninguém lê. O que estamos fazendo é levar os livros aos banheiros, aproximando a literatura do homem", disse o dono da empresa, Raúl Camarero.
"E surge aí um conflito interessante: limpar o traseiro com uma bela obra e o dilema moral que isso representa", disse.
Da Bíblia foram escolhidos trechos do Apocalipse, do Cantar dos Cantares e dos Provérbios. Os textos sagrados budistas são O Sutra do Loto e o Livro Tibetano dos Mortos.
A intenção dos sócios da companhia era incluir também trechos do Corão, mas tiveram medo da possível reação dos islâmicos. "Tivemos medo, sim, de provocar ira e vingança. Alguns até ameaçaram sair do projeto, se insistíssemos", explicou o empresário. Peça de teatro
A idéia surgiu a partir de um espetáculo teatral. Camarero, que dirige uma companhia de teatro, escreveu uma peça intitulada Empreendedores, onde uma empresa imprimia clássicos literários em papel higiênico.

A peça ganhou um prêmio no Festival de Teatro de Sevilha e a companhia decidiu então transformar ficção em realidade.
Os trechos escolhidos para a impressão são clássicos de domínio público, pelos quais não é preciso pagar direitos autorais. Mas a empresa avisa que está aberta a propostas de novos escritores. Os rolos custam 3,70 euros (cerca de R$ 9,80) cada, e o "leitor" tem a opção de escolher os textos e a cor do papel higiênico.

Eles estão disponíveis nas cores branco, laranja e rosa, feitos de uma celulose mais resistente. A maioria dos pedidos tem sido de trechos de livros de Federico García Lorca.
"Usamos letras grandes com espaço entre as palavras para que seja uma leitura fácil e relaxante. Às vezes você não tem muito tempo no banheiro e tem a tentação de usar o papel e não ler. Mas se pensar que esse material vai ser desperdiçado para sempre...", comentou Camarero.
Desde que apareceu em um programa de televisão, a companhia Empreendedores, que anuncia seu produto apenas na Internet, está ficando famosa na Espanha.

sábado, 28 de abril de 2007

Homem fica preso na privada tentando pegar celular

Um homem que viajava de metrô em Nova York na última quarta-feira à noite teve seu telefone celular levado por água abaixo, literalmente, quando foi ao banheiro do trem fazer uma ligação e o telefone caiu no vaso sanitário. Mas o pior aconteceu depois: ele ficou com a mão e o braço presos ao tentar recuperar o aparelho.
De acordo com a CNN, os funcionários do metrô disseram que não tinham como ajuda-lo e, então, decidiram parar o trem e chamar a polícia e os bombeiros para tentar removê-lo da privada. A operação durou cerca de uma hora e meia, e a equipe de resgate precisou utilizar um equipamento especial utilizado para cortar ferragens em caso de acidentes.
"Os banheiros são feitos de alumínio. Eu imaginei, então, ele ajoelhado, com as mangas arregaçadas e o braço dentro da privada tentando retirar o seu telefone celular", disse Jim Cameron, do Connecticut Metro-North. O aparelho provavelmente entrou por um tanque de produtos químicos, já que o banheiro do trem possui um design diferenciado.
Um porta-voz da empresa do metrô identificou o homem como sendo Edwin Gallard, 41, de Nova York, e disse que ele teve ferimentos leves em seu braço quando os bombeiros cortaram a privada.
A linha ficou fechada e milhares de usuários do metrô foram prejudicados exatamente no horário de pico. O celular do desastrado ainda não foi recuperado.

Homem colado a privada em loja processa empresa

A loja americana Home Depot está em uma situação complicada. A empresa está se defendendo de um homem que diz ter sido ignorado ao pedir ajuda quando foi vítima de uma brincadeira na qual foi colado a um assento de privada dentro da loja.
Bob Dougherty, 57, de Nederland, contou que ele grudou na tampa do vaso onde alguém passou cola, em 30 outubro de 2003, e sentiu um grande pânico quando notou que estava preso. "E eles me deixaram lá, passando por todo aquele estresse", disse. "Eles me deixaram apodrecer."
Seu processo, emitido na sexta-feira, diz que Dougherty estava se recuperando de uma cirurgia no coração e pensou que estivesse tendo um ataque cardíaco. Um funcionário que trabalhava na loja ouviu o homem pedir socorro e chamou, por rádio, seu chefe, que achou que fosse brincadeira.
A porta-voz da Home Depot, Kathryn Gallgher, disse que não poderia comentar o caso. No processo está escrito que depois de 15 minutos representantes da loja chamaram uma ambulância. Os paramédicos desaparafusaram o assento e, enquanto estavam retirando o homem, apavorado e humilhado, do local, ele desmaiou.
O assento, ao ser retirado, deixou marcas na pele de Dougherty. "A culpa não é da Home Depot, mas estou culpando eles por me deixarem plantado lá", explicou.

Menino prende cabeça em tampa de privada

Um garoto de 2 anos e meio prendeu a cabeça em uma tampa de privada e, depois de não conseguir removê-la, ele e sua mãe se dirigiram a uma unidade do Corpo de Bombeiros da cidade de Braintree, no leste da Inglaterra.

"A mãe do garoto tentou tirar a tampa por cima da cabeça, mas não conseguiu. Em seguida, ela o trouxe até aqui e pediu que nós déssemos uma olhada. Então fomos ao trabalho e conseguimos tirar a tampa sem qualquer esforço", conta o bombeiro Chris Cox, que prestou atendimento.
"Nós simplesmente colocamos um pouco de detergente na sua cabeça e orelhas e a tampa escorregou suavemente pra cima", completou.
Cox disse ainda que o garoto foi "muito corajoso" e ficou muito contente e feliz depois que sua aventura terminou.